CNL 2020 – vencedores da escola sede

Passaram à fase concelhia os nossos alunos:

1.º ciclo 

– Íris Gomes Rodrigues

– Matilde Antunes Afonso

– Maria Nogueira Peixoto

– Telma Ferreira Miranda

2º Ciclo

David Domingos Rodrigues Ménil

Maria Viana Lago

Débora Magalhães Pires

Rodrigo Queirós Sousa

3º Ciclo

Arno Lucas Yves Cabral Fernandes

Beatriz Apolinário da Cunha Novais

Joana Sousa

Paulo Sousa

Parabéns aos nossos leitores e bom trabalho, no dia 11 de fevereiro, na fase concelhia.

 

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Agenda de janeiro de 2020

 

Já podes consultar a agenda de janeiro AQUI!

 

 

 

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Oficina de escrita: E agora os oceanos?

Oficina de Escrita:E agora os oceanos?

Os alunos do 1.º ciclo do agrupamento realizaram uma aturada pesquisa sobre os problemas ecológicos que os nossos oceanos enfrentam.

Fizeram também algumas propostas úteis para ajudar a minorar este flagelo.

Vejam a que resultados apresentam:Captura de ecrã 2019-12-20, às 13.45.26

 

Captura de ecrã 2019-12-20, às 13.41.40.png

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aLer+ Testemunhos de leitura

A leitura faculta interpretações múltiplas! Ninguém lê da mesma maneira. Cada um vê o mundo à sua medida, cada livro tem a sua leitura!

No Jardim, as crianças já leem. Vejam as suas leituras!

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Escriturália

A oficina de escrita, conto de Natal está em curso.

As frases iniciais de livros diversos servem de inspiração aos nossos escritores.

Como mostra apresentamos o texto de Ana Gomes, do 9.º B, que amavelmente nos permitiu publicar aqui.

Texto criado a partir da primeira frase do livro Bicicleta à chuva, de Margarida Fonseca Santos. “Conheço de cor o muro que fica em frente à paragem de autocarro…”

Aquele muro

Conheço de cor o muro que fica em frente à paragem de autocarro. Conheço a sua história, a minha história….. passei todos os melhores momentos da minha infância e adolescência naquele muro, por isso, todos os anos no Natal o visito e, este ano prometi à minha filha que a levava comigo.

Atualmente, tenho 45 anos e sou mãe solteira, deixada por um ex-namorado a criar uma criança sozinha, quando os meus pais descobriram expulsaram-me de casa e vivo sozinha desde aí. Não se preocupem, a Sara tem tudo o que precisa para ser feliz.

Estamos no carro a caminho do tal muro que foi tão importante para mim e consigo sentir a ansiedade de Sara enquanto olha pelo vidro aquela cidade tão iluminada. Quando chegámos, permito-me admirar o lugar: nada mudou.

Sara começa a fazer todas as perguntas que tinha guardado durante todos este anos e eu respondo de bom grado. Conto-lhe o porquê do muro ser tão importante: foi onde encontrei um cãozinho abandonado e o adoptei, foi onde dei o meu primeiro beijo, foi onde fui pedida em namoro pela primeira vez, e foi onde fui abandonada naquela noite de verão com a notícia de estar grávida. Sara repara na minha tristeza ao contar esta última memória e abraça-me.

-Não fiques triste mãe, tens-me a mim e eu a ti, não precisamos de mais ninguém. Vamos para casa porque eu tenho uma prenda para ti.

-A sério?- pergunto surpreendida, com Sara a arrastar-me para o carro já pronta para entrar.

Mas antes, dou uma última olhada àquele muro enquanto penso: “até para o ano”.

Ana Gomes

 9ºB

 

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